segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Deus aprova a escravidão?


Bem meus irmãos, depois da polêmica do "cheque" e do "leque" vamos falar sobre a escravidão nas escrituras sagradas (não imaginei que esse assunto renderia tanto).

Pode ser que o tema não suscite tantos comentários tal como aconteceu em postagem anterior à esta, mas peço aos leitores para meditarem neste tema a fim de adquirirem um pouco de conhecimento para defesa da fé cristã baseada nas escrituras sagradas perante os incrédulos deste mundo.

É comum sermos interpelados por pessoas que querem colocar algum conceito baseado nas escrituras como algo anti-humano, que não condiz com os padrões baseados no amor que pregamos e alegamos seguir, principalmente em passagens do Antigo Testamento.

Um caso típico é sobre a escravidão nos tempos do Israel antigo.

Sim, nos tempos bíblicos veterotestamentários a escravidão era algo suportado na Lei Mosaica, praticado por Israel.

Para um leigo opositor isso é um prato cheio. Como o tal não se preocupa em aprofundar nos ensinos bíblicos referente à escravidão e apoiados no conceito histórico moderno sobre o que vem a ser tal prática acabam eles lançando falsos julgamentos sobre como a escravidão era exercida pela nação israelita.

Segue abaixo um texto esclarecedor escrito pelo Mário Persona que coloca na linha os leigos opositores que afirmam que as escrituras ensinam a escravidão com o intuito de descaracterizar a imagem do Deus de amor e justo para com os homens ou ainda para debochar da sua fé enquanto cristão.

~*~

Deus aprova a escravidão?

Fazer afirmações do tipo "Deus aprova a escravidão", sem detalhar o que era escravidão há 4 mil anos ou mesmo nos tempos de Jesus, é torcer os fatos. O problema é que quando pensamos em escravos pensamos no Brasil colônia, no navio negreiro etc. Todavia, o eunuco que se converte no caminho de volta de Jerusalém era um escravo da rainha da Etiópia. O centurião que procura Jesus em busca de cura para seu escravo (ou servo) não parecia alguém cruel como os que escravizavam negros há 500 anos. Abraão chamava a si mesmo de servo (escravo) de Deus, Maria se denomina serva (escrava) do Senhor.

Uma leitura do Antigo e Novo Testamentos irá mostrar que escravos estavam mais para empregados em um regime diferente do atual do que para os escravos das colônias nos séculos recentes. Escravo nos tempos bíblicos era uma classe social e provavelmente um escravo egípcio que passasse o dia abanando o Faraó em seu palácio não trocaria de lugar com um operário trabalhando numa fundição atual dessas de fundo de quintal ou pendurado em um andaime capenga de uma construção qualquer. Hoje a arqueologia já admite que as pirâmides não foram construídas por escravos (no sentido que conhecemos dos tempos coloniais), mas por uma classe de servos que trabalhava por sustento e por acreditar no que estava fazendo (era um sentimento religioso).

No Antigo Testamento um homem livre podia vender a si mesmo como escravo (veja em Deuteronômio 15). Agora eu pergunto: Quem seria louco de querer vender a si mesmo como escravo se a escravidão naquela época fosse a mesma coisa dos tempos dos navios negreiros? Vamos ver o que diz a passagem:

Dt 15:12-18 "Quando teu irmão hebreu ou irmã hebréia se vender a ti, seis anos te servirá, mas, no sétimo ano, o despedirás forro de ti. E, quando o despedires de ti forro, não o despedirás vazio. Liberalmente o fornecerás do teu rebanho, e da tua eira, e do teu lagar; daquilo com que o SENHOR, teu Deus, te tiver abençoado lhe darás. E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito e de que o SENHOR, teu Deus, te resgatou; pelo que te ordeno hoje esta coisa. Porém será que, dizendo-te ele: Não sairei de ti, porquanto te ama a ti e a tua casa, por estar bem contigo, então, tomarás uma sovela e lhe furarás a orelha, à porta, e teu servo será para sempre; e também assim farás à tua serva. Não seja aos teus olhos coisa dura, quando o despedires forro de ti; pois seis anos te serviu por metade do salário do jornaleiro; assim, o SENHOR, teu Deus, te abençoará em tudo o que fizeres".

Aqui diz:

(1) Que um homem ou mulher livre pode se vender a si mesmo como "escravo";
(2) Que esse "contrato" pode ser no máximo de 6 anos;
(3) Que no final do período de "escravidão" o "escravo" deve sair abastecido de um rebanho, cereais e vinho;
(4) Que é possível o "escravo" gostar tanto do que faz que não irá querer ser "livre";
(5) Que nos seis anos que ele trabalhou custou ao senhor a metade do que custaria um diarista (porque ao diarista, além da comida e abrigo era preciso pagar o salário).

Pergunto: Você já viu escravidão assim? E lembre-se de que tal escravidão nada tem a ver com cor de pele, já que está falando de uma relação dentro do próprio povo hebreu. Já quando se tratava de escravidão baseada em raça, Deus deixou bem clara Sua opinião ao castigar o Egito que se negou a libertar o Seu povo da escravidão que era baseada na diferença racial. A escravidão nos moldes dos tempos coloniais é claramente condenada por Deus também na sua forma de conseguir escravos, que era através do sequestro: Êx 21:16 "E quem furtar algum homem e o vender, ou for achado na sua mão, certamente morrerá". E em 1 Timóteo 1:8-10 a Palavra de Deus coloca os "traficantes de homens" na mesma classe daqueles que matam o pai ou a mãe.

Um escravo dos tempos bíblicos tinha até condições de subir na vida, como é o caso do eunuco de Atos 8, convertido pela pregação de Filipe. Aquele homem era escravo (servo) eunuco de Candace, Rainha dos Etíopes, e era responsável pela guarda de todos os tesouros da rainha. Que escravo é esse que tem o posto de Secretário do Tesouro?! Escravos na Antiguidade tinham regalias, podiam ocupar até mesmo postos de responsabilidade. Talvez daqui a 2 mil anos as pessoas olhem para nós e achem que é um absurdo pessoas trabalharem 8 horas por dia ganhando salário mínimo, porque daqui a 2 mil anos as pessoas podem achar que isso é um tipo de escravidão, como nós avaliamos os escravos de 2 mil anos atrás, que chegavam a ser tão bem tratados que o centurião não mede esforços para curar um escravo seu.

Veja que você citou Tito 2:9, como "prova" de que Deus aceita a escravidão, mas não mencionou o que diz sobre os senhores: Cl 4:1 "Vós, senhores, fazei o que for de justiça e eqüidade a vossos servos, sabendo que também tendes um Senhor nos céus".

Se pesquisar mais, verá quais as obrigações de senhores e servos em Efésios 6:5-9:

"Vós, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; servindo de boa vontade como ao Senhor e não como aos homens, sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre. E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu e que para com ele não há acepção de pessoas".

Leia a carta de Paulo a Filemon e diga-me se você vê ali uma posição indigna. Veja que é uma carta na qual Paulo exorta Filemon a receber de volta seu "escravo" Onésimo. Quase posso apostar que Onésimo era melhor tratado do que muitos trabalhadores com carteira assinada de nossos dias.

15 comentários:

Fábio Szmyhiel disse...

Caro Irmão Hélio,

Ótima esta analogia! E será que ainda hoje, com todos os "direitos trabalhista" alcançados, ainda não somos servos, e que esse nosso status de livre, materialmente falando, seja mesmo liberdade? Já espiritualmente falando, conforme o 4º capitulo da carta aos Gálatas, somos mais que servos, somos filhos.

Outro ponto muito bem colocado em seu artigo é a diferença histórica do escravo oriental e ocidental.

E conforme vossa recomendação, meditei na epistola a Filemom, e me veio a seguinte questão: Será que a notável diferença entre a idéia que nos trazem os termos escravo e/ou servo, e o sentimento demonstrado por Paulo, não é ação da graça do filho de Deus, que tão latente estava no coração de Paulo e queira Deus, nos nossos?

Espero não ter fugido, muito ,do assunto principal...

No amor de Cristo,

Deus abençoe!

sac disse...

A paz de Deus

Eu julgo que a suposta complacência de Deus para com a escravização no meio do Seu povo, se dava pelo mesmo motivo que Deus tolerava o divórcio, ou seja, por causa da dureza do coração humano. Mat. 19:7,8...
Não somente isto, mas outras ações peculiares aos seres humanos também, tais como: "Olho por olho, dente por dente; Amar quem os amava e aborrecer aos que os aborreciam; Queimar os profetas ou adeptos de deuses pagãos; Dizimar nações que ousassem interromper a caminhada do povo", entre muitas outras ações que escandalizam e saltam os olhos dos menos familiarizados com as Escrituras em nossos dias, mas que eram muito comuns nos dias antigos...

Jesus Cristo veio para quebrar os 'paradigmas humanos' da lei Mosaica e colocar em ordem todas as coisas concernentes a verdadeira vontade de Deus, baseadas e resumidas no 'Mandamento Régio': "Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos". Grande é este mistério!. Meditem o que pode abranger este mandamento, que na verdade não é mandamento na acepção da palavra, mas sentimento que brota no coração sem muito esforço de nossa parte quando nos entregamos de coração a este 'Amor'. I Cor. 13:4ao7...
Creio que Deus não interveio(exceto em alguns momentos) nos assuntos humanos para não desobrigá-los de suas atribuições na condução do mundo, pois dotou-os de raciocínio inigualável; Ecl. 3:11...

grato

Regina Farias disse...

Hélio,

Muito oportuna sua postagem. Inclusive também gosto de ler e aproveito bastante as colocações do Persona. É uma verdadeira aula de história com base na Palavra.

Paulo era extremamente habilidoso,e, sabendo que, (conforme a cultura à época e jamais como instituição divina), os escravos eram propriedades LEGAIS de seus senhores, aconselha o servo (empregado) a cumprir com a sua obrigação, na proporção que diz ao 'boss' pra não tratá-lo com ameaças. E arremata com a soberania de Deus tanto para com o empregado como para o chefe. Ambos no mesmo patamar, conforme o olhar de Deus.

E o interessante é que, de certa forma, essa postagem tem ligação com a do meu blog, feita no dia 18, onde onde travo um diálogo enxuto e bastante proveitoso com um comentarista.

Valeu pelo texto,

R.

Hélio disse...

Irmão Fábio.

Tirando a introdução, o texto foi escrito pelo Mário Persona, editor do blog "O que respondi".

Lá você vai encontrar outros temas. Se for acessar o blog não o tenha como uma espécie de "oráculo". Concordo com a maioria das coisas que leio lá, já outras coisas eu tenho minhas ressalvas, mas no geral o conteudo ali expresso nada mais é do que reflexões sinceras baseadas na palavra de Deus.

Vale a pena acessar.

Deus te abençoe.

Hélio disse...

Irmão Sac.

Esse tipo de "escravidão" nos tempos veterotestamentários esta longe de ser comparada à escravidão nos tempos do Brasil Colônia.

Lendo o artigo o irmão vai perceber isso facilmente.

Repetindo, olha só como era um "escravo" nos tempos bíblicos:

(1) Que um homem ou mulher livre pode se vender a si mesmo como "escravo";
(2) Que esse "contrato" pode ser no máximo de 6 anos;
(3) Que no final do período de "escravidão" o "escravo" deve sair abastecido de um rebanho, cereais e vinho;
(4) Que é possível o "escravo" gostar tanto do que faz que não irá querer ser "livre";
(5) Que nos seis anos que ele trabalhou custou ao senhor a metade do que custaria um diarista (porque ao diarista, além da comida e abrigo era preciso pagar o salário)
.

Será que existia algum dolo nisso?

Ainda nos dias atuais é comum vermos pessoas recebendo um salário mínimo por mês (ou até menos do que isso), trabalhar em condições insalubres, arriscar a vida e a própria saúde para enriquecer o patrão e ser assediado moralmente por sua chefia. Isso sim é escravidão, uma espécie de "escravidão contemporânea". Um claro desrespeito ao ser humano.

Nas escrituras sagradas o senhor tinha a obrigação legal de respeitar e tratar bem o seu escravo em todos os âmbitos da vida.

Era obrigações e deveres a serem cumpridos de ambos os lados e tudo isso debaixo da supervisão divina.

Deus te abençoe.

Hélio disse...

Regina,

Acabei de ler o diálogo com o Henrique em seu blog.

Não fugindo do tema da postagem, mas é interessante como a afirmação de que Jesus Cristo pagou todos os nossos pecados na cruz suscita um tentador pensamento de que então estamos "liberados" para pecar a vontade.

Paulo antecipou todas essas questões quando escreveu a carta aos Romanos e no capítulo 6 responde muito bem a quem ousaria pensar desta forma.

Não há nada de novo na afirmação de que Cristo pagou na cruz TODOS os nossos pecados. Paulo e demais apóstolos disse isso há uns 2000 anos atras.

Interessante ver, como bem disse o Henrique, que muitos podem pensar que "vale tudo" então.

Uma verdade milenar sendo até hoje questionada pelas mentes que ainda não experimentaram a verdadeira liberdade em Cristo e continuam como escravos do pecado.

Deus te abençoe.

sac disse...

A paz de Deus

Havia uma diferença de TRATAMENTO aos servos Hebreus e os escravos estrangeiros.
Não era permitido a 'Escravização' aos naturais Israelitas, mas era permitido aos gentios que eram dominados pelos Judeus... Os servos Hebreus eram considerados trabalhadores assalariados; já os estrangeiros eram escravos mesmo; Lev. 25:39ao46...

grato

Hélio disse...

Irmão sac.

Não era permitido a "escravização" aos naturais israelitas quando um deles empobrecia, fora isso o próprio hebreu poderia por vontade própria se vender como escravo.

Veja o que diz Lv 25:39

"Quando também teu irmão empobrecer, estando ele contigo, e vender-se a ti, não o farás servir como escravo."

Agora veja o que diz Dt 15:12.

"Quando teu irmão hebreu ou irmã hebréia se vender a ti, seis anos te servirá, mas no sétimo ano o deixarás ir livre."

No caso escrito em levítico o hebreu que empobrecia não poderia ser comprado como escravo (ou servo) e sim como diarista, veja Lv 25:40.

"Como diarista, como peregrino estará contigo; até ao ano do jubileu te servirá."

Já no caso escrito em deuteronômio o hebreu que se vendia voluntariamente não servia como diarista e ganhava metade do valor deste, veja Dt 15:18.

"Não seja duro aos teus olhos, quando despedi-lo liberto de ti; pois seis anos te serviu em equivalência ao dobro do salário do diarista; assim o SENHOR teu Deus te abençoará em tudo o que fizeres."

Lendo o versiculo 15 de Deuterômio 17 vemos que a condição deste hebreu era de escravo mesmo (na tradução servo). Observe o costume de furar a orelha. Naquele tempo somente escravos tinham a orelha furada com este propósito, o de servir seu senhor por toda vida.

"Então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha à porta, e teu servo será para sempre; e também assim farás à tua serva."

Cada caso é um caso. O hebreu que empobrecia não poderia servir como escravo, somente como diarista, pois estes ganhavam mais. Já os demais estavam livres para se vender como escravos.

Deus te abençoe.

sac disse...

A paz de Deus

Ao contrário: Os hebreus empobrecidos é que eram livres para se venderem como escravos a semelhança dos escravos estrangeiros; Exo. 21:2,5,6...
Os escravos estrangeiros comprados ou conquistados, eram "propriedades" de seus senhores hebreus perpetuamente; Lev. 25:44,45,46...
Leia o contexto...

Grato

Hélio disse...

Sac, vou dar uma analisada melhor nesses contextos. Nunca fui bom em decorar códigos civis. Mal conheço as leis civis brasileiras, quanto mais as israelitas (risos).

Mas o ponto comum é: Tanto estrangeiro quanto israelita poderiam ser escravos e que ser escravo naquela época no meio do povo de Israel não era a mesma coisa do que ser escravo nos tempos do Brasil colônia ou escravo no Egito Antigo.

Deus te abençoe.

Regina Farias disse...

Hélio,

Nem me fale em leis civis brasileiras rss
É que voltei a fazer meu curso de Direito que havia suspendido no século passado rss e agora vou ter que ralar pra me atualizar.

Mas está sendo muito prazeroso, primeiro porque o ato de ler, estudar e pesquisar sempre foi uma das minhas paixões que nunca abandonei, inclusive assessorando meus filhos em seus trabalhos acadêmicos, e principalmente, por estar acontecendo agora. Afinal, devido às circunstâncias, cheia de outras atividades que me impediam, achava um sonho cada vez mais distante de realizar (e a idade chegando rss) e ainda assim eu dizia, brincando, que voltava ao meu curso preferido nem que fosse de bengala e Alzheimer e, no entanto, me peguei antecipei não só a bengala como o alemão citado rss Com a ajuda de Deus!!!

Agora é curtir e viver intensamente um dia atrás do outro fazendo o melhor de mim, como sempre me proponho em tudo, mas sem grandes pretensões e, muito menos, sem fazer previsões futuras. Afinal, não sou vidente rss

Valeu pelo espaço e pela oportunidade de falar um pouco de minhas aspirações pessoais... E ore por mim plizzzzzzzzzzzzz :)

R.

Hélio disse...

Regina,

Um prazer da nossa parte saber das suas aspirações profissionais.

Eu abandonei o curso superior de Engenharia por motivo de força maior (uma longa história), no entanto convivo bem com isso, pois tive que fazer uma escolha na vida e escolhi o que mais me beneficiava na ocasião. Alias, benefício não, extrema necessidade mesmo.

Deus que te abençoe em seu curso superior, estaremos te apresentando em nossas orações. Faça o mesmo.

Em Cristo,

Hélio

Luciano disse...

Irmão Hélio, muito bom tocar em tal assunto!!! Curiosamente eu tb postei algo no dia 11 de fevereiro:

http://mcapologetico.blogspot.com/2012/02/atrocidades-na-biblia-parte-3.html

Abraços de seu irmão em Cristo.

Hélio disse...

Valeu pelo link Luciano.

Estarei dando uma lida. Como você mesmo disse no final do seu post, muitos cristãos não gostam de tocar nesses assuntos. Ora, é justamente pela falta de conhecimento que acabamos agindo dessa maneira por não compreender na sua maior plenitude determinada lei e/ou prática estabelecida no Israel Antigo.

Deus te abençõe pela contribuição.

Em Cristo,

Hélio.

Anônimo disse...

pois e uma licao

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